AMURT Portugal
associação de apoio social e humanitário

Notícias

Newsletter Junho 2010

Nesta edição: notícias da AMURT Portugal, novidades do Haiti, o projecto dos fantoches de dedo no Perú, e mais... Ler o resto »

Reconhecimento e registo da AMURT como ONGD em Portugal

É com muito gosto que informamos que recebemos hoje a resposta do IPAD (Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento) / Ministério dos Negócios Estrangeiros - que concede à AMURT Portugal o estatuto de ONGD, nos termos do artigo 8º, da Lei nº 66/98, de 14 de Outubro, por um período de dois anos.

Esperamos assim continuar a melhorar e acelerar o trabalho da AMURT em Portugal.

Obrigado a todos pelo apoio!

Adopções de Grupos - Projecto SOS

Mais do que nunca, a AMURT Portugal encontra-se numa fase de expansão e dinamismo e é com grande satisfação e entusiasmo que anunciamos que o projecto SOS- Adopção de Grupos já se encontra em funcionamento.

Tendo em conta o número crescente de crianças que chegam ao nosso cuidado, este projecto pretende, à semelhança do SOS- Adopção à Distância, promover a ajuda a crianças em dificuldades, mas através da adopção de escolas inteiras do Haiti, Índia, Bangladesh, Moçambique ou Gana.

Neste momento,  ainda só é possível fazer adopções de escolas do Haiti e do Gana, mas muito em breve contámos ter o projecto em pleno funcionamento com escolas dos restantes países

Mais informações sobre o projecto e as escolas estão disponíveis na página Adopção de Grupos ». Ler o resto »

Adopção de crianças do Haiti

Muitas pessoas estão a oferecer-se para adoptar crianças haitianas - o que é um gesto natural e compreensível de compaixão por aqueles que sofrem. No entanto é muito importante estar ciente de que muitas "adopções" que possam ocorrer neste momento serão tráfico de crianças muito vulneráveis.

A política dos Direitos Humanos Internacionais é dar prioridade a encontrar os pais, ou outros familiares, que possam ter sido separados das suas crianças. É importante compreender que a adopção cria frequentemente mais um trauma para as crianças que já estão traumatizadas - desenraizando-as de tudo o que lhes é familiar e colocando-as, em desvantagem, num país novo a nível cultural, social e linguístico. Mesmo se os pais não forem encontrados, poderá ser possível encontrar a família alargada - o que se torna mais familiar e estabilizador do que começar de novo num ambiente completamente alheio. A prioridade, desde o ponto de vista dos direitos das crianças, deveria ser providenciar às crianças estabilidade, segurança e continuidade - e não causar mais traumas às suas vidas. Ler o resto »